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Resenha: Os assassinos do cartão postal


Titulo: Os assassinos do cartão postal 
Autor: James Patterson e Liza Marklund 
Gênero: Investigação / Romance policial 
Editora: Arqueiro 
ISBN: 9788580412710 
Paginas: 303 
Nota: 4,00
Sinopse
Jacob Kanon, um detetive da divisão de homicídios do Departamento de Polícia de Nova York, está muito longe de casa. Em sua longa viagem, já conheceu as mais belas cidades da Europa. No entanto, não é a paisagem que o atrai. Para ele, cada café, catedral ou museu é uma pista dos assassinos de sua filha. A filha de Jacob, Kimmy, é apenas uma peça de um doentio e intricado quebra-cabeças. Amsterdã, Copenhague, Madri, Paris... Em toda a Europa, jovens casais são encontrados mortos com a garganta cortada. Os assassinatos não parecem ter qualquer conexão, além de cartões-postais enviados para os jornais locais dias antes da descoberta de cada crime. Numa tentativa de salvar as próximas vítimas, Jacob vai se unir à jornalista Dessie Larsson, que acaba de receber um cartão-postal em Estocolmo. O que eles não imaginam é que os crimes têm um propósito bem diferente do que pensavam. 

Olá, leitores!!!
Desde que iniciamos o blog SLC eu tenho lido ainda mais às obras de James Patterson, o meu autor favorito do gênero policial, e tenho trazido a vocês algumas resenhas de suas publicações.
Esta obra não faz parte de nenhuma de suas séries de livros, ao contrário das demais, como as do detetive Alex Cross, O clube das mulheres contra o crime ou Private. E esta ainda para se diferenciar ainda mais das outras, não foi escrita apenas pelo Patterson, neste temos uma co-autora: Liza Marklund.
Ao saírem da loja, Mac ascendeu um baseado e o passou para a inglesa.Sylvia passou os braços pela cintura dos ingleses e olhou fundo nos seus olhos.
- Eu quero provar esse champanhe... no seu quarto.O britânico engoliu em seco e olhou para a mulher.- Ela pode brincar com Mac enquanto isso – sussurrou Sylvia, antes de beijá-lo na boca. – Não tenho nenhum problema com isso.


Os assassinos do cartão postal tem um início com uma pegada meio 50 tons: jovens bonitos, sedução e um convite para uma “festinha”. Fiquei impressionado, sei lá, nada tão hot, mas ainda assim com certa sedução entre dois casais, algo que nunca vira antes em uma obra do Patterson. Cheguei até a imaginar que as cenas deste tipo poderiam ter sido criadas pela Liza, mas após uma pesquisa sobre ela, descobri que a autora é sueca e escreve romances policiais assim como Paterson, mas estes encenados na Escandinávia e pelo menos aparentemente nada eróticos.
Para quem é acostumado com as obras de James Patterson, Os assassinos do cartão postal segue o padrão do autor, desenvolvido por meio de breves capítulos. Só nesta obra temos cento e quarenta, mas isso não quer dizer que as dimensões do livro sejam comparáveis às de Os irmãos Karámazov, de Destoiévsk, por exemplo. Outra característica dele para quem ainda não o leu, é a de revelar quem é o assassino logo de cara... sim, lidem com isso!!!
A narrativa é feita em terceira pessoa, oras focando nos atos dos assassinos, oras dos mocinhos até que no desenrolar da trama seus caminhos se cruzam. Nesta história, Jacob Kanon, um investigador da polícia de Nova York viaja pela Europa, mas não a passeio, e sim para seguir os rastros dos assassinos de sua filha, Kimmy. Estes que cometem crimes doentios por diversas cidades europeias como Roma, Paris, Amsterdã, Berlim e algumas outras. Enquanto tenta seguir seus rastros, sempre dois ou três passos atrás em relação à localização dos assassinos, Dessie Larsson, uma repórter sueca recebe um cartão postal que pode ser um sinal de onde ocorrerá(ia) o próximo crime, então os dois se unem e ao juntar seu conhecimento investigativo com a posição jornalística de Dessie Larsson, Jacob perceberá coisas que a policia sueca não seria capaz de notar, até porque nenhuma polícia europeia fora antes capaz de perceber. Cenas de assassinato, vilões desafiando as autoridades e muita mobilização policial estão presentes aqui. Minha decepção com o livro foi no final: os assassinos fogem de lancha para o Havaí... mentira! Não dou spoilers hehe, mas de fato o final da história deixou a desejar. Parecia que iria terminar de um modo surpreendente, mas quando terminei a leitura, percebi que o final não tinha nada demais e fiquei mesmo decepcionado.
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