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Resenha: Private - Missão Jogos Olímpicos


Por: Isabel Primo


Título: Private - Missão Jogos olímpicos
Gênero: Romance policial
ISBN: 9788580414080
Autor: James Patterson & Mark Sullivan
Ano de lançamento: 2012
Editora: Arqueiro



Sinopse: 
Declaro abertos os Jogos Olímpicos de Londres de 2012! A Private Londres, filial da maior agência de investigações do mundo, está trabalhando com o Comitê Organizador das Olimpíadas para garantir a segurança da competição. Tudo estava correndo bem até que, na véspera da cerimônia de abertura, Sir Denton Marshall, um figurão do comitê, é brutalmente assassinado em sua casa. Um psicopata com sede de vingança pode pôr tudo a perder. Horas depois, a jornalista Karen Pope recebe um envelope contendo um cartão musical e uma carta assinada por um homem que se intitula Cronos. Ele assume a autoria do crime e diz que o pesadelo está apenas começando. Sua intenção é purificar os Jogos Olímpicos, manchados por mentiras e corrupção. Milhares de vidas estão em risco Peter Knight, líder da Private Londres, logo percebe que Cronos não vai desistir até acabar de vez com o maior evento esportivo do mundo. Numa caçada implacável, a Private e a polícia de Londres tentam deter esse gênio do crime que parece saber mais do que deveria.



O livro se passa durante os Jogos olímpicos de 2012 em Londres. Seus capítulos são divididos entre os que são narrados pelo personagem Cromos, que são sempre em primeira pessoa, e os que são narrados em terceira pessoa, mostrando o ponto de vista de outros personagens. 
Cronos é um psicopata declarado e, inicia seu segundo capitulo se apresentando:

“Ao ler estas linhas, você deve estar formulando suas próprias perguntas, como, por exemplo: 'Quem é você?'Meu verdadeiro nome é irrelevante. Pelo bem desta história, porém, pode me chamar de Cronos. Na mitologia grega, Cronos era o mais poderoso dos titãs, um devorador de universos, deus e senhor do tempo."

Ele tem como companheiras de crueldades e ideais “As fúrias”, três irmãs da Bósnia. Disso logo é possível perceber que o cruel vilão é obcecado pela mitologia grega e tudo mais.

Peter Knight é um investigador da Private (agencia de segurança), que logo de início tem que lidar com o assassinato do noivo da mãe, Amanda, e com uma ameaça aos Jogos olímpicos.

Karen Pope é uma repórter descrita como extremamente ambiciosa e começa a receber cartas de Cronos. Na primeira carta ele relata o motivo de ter assassinado Sir Denton Marshall, padrasto de Knight. Karen não perde a oportunidade e resolve investigar o assunto mais a fundo juntamente como Knight. Logo surgem mais cartas com Cronos sempre justificando os assassinatos, porque ele acredita que a essência dos jogos modernos se perdeu em meio ao dinheiro, fama e correção.

A trama é desenvolvida deixando Peter Knight sobre pressão psicológica, afinal não é apenas com os ataques ao O Comitê Organizador dos Jogos Olímpicos de Londres que ele está lidando, mas também com a morte do padrasto e até mesmo trabalhar com intimidadora Elaine Pottersfield, a investigadora-chefe da polícia metropolitana Scotland Yard, que é sua cunhada, além é claro, da pressão de ser um viúvo que tenta lidar com a morte da esposa que ainda lhe provoca muita dor, ser pai dos gêmeos Isabel e Luke de três anos, que são considerados pestinhas (todas as babás pedem demissão em poucos dias).  Em suma, o autor trabalha bem os seus personagens, contando seus passados e em diversos trechos deixando claro quais são os planos desses personagens para o futuro.

Os capítulos são curtos, o que facilita a leitura. É um livro cheio de suspense, fato esse que também contribui a querer ler o livro o mais rápido possível. O mistério de “qual é a verdadeira identidade de Cronos?” é bem difícil de descobrir (eu mesma não consegui). O livro ficou bem ambientado, pois o autor ressalta muito sobre os atletas e jogadores, ao mesmo tempo que falava sobre os assassinatos, então acredito que o livro não perdeu sua temática.

O final foi inesperado, seja pelo fim da trama, da revelação da identidade de Cromos ou pelo romance que surgiu bem no fim do livro. Achei desnecessário e inimaginável esse romance, sendo essa a única parte que eu mudaria neste livro.












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